Uma revolução monetária está prestes a acontecer

O dinheiro físico tem data de validade. Enquanto o Congresso debate o fim das notas de papel (PLP 214/2020) e o Banco Central ajusta o DREX, uma revolução silenciosa já aconteceu: as Stablecoins ocuparam o vácuo, movimentando R$ 7,72 bilhões por mês no Brasil.

O seu patrimônio está em risco. Ficar posicionado 100% em Reais num cenário de inflação e digitalização forçada é perder poder de compra. A boa notícia? A infraestrutura para dolarizar a sua tesouraria e automatizar pagamentos já existe, sem depender da cronologia do governo.

 

O Ultimato: O Papel vai sumir

Não é especulação, é lei em trâmite. O Brasil está a caminhar para uma economia 100% digital.

  • O Sinal de Alerta: Em setembro de 2025, o Congresso avançou com o PLP 214/2020.
  • O Plano: Extinção das notas de R$ 100 e R$ 200 em 24 meses e fim total da moeda física em 5 anos.
  • O Rastreio: Todas as transações serão digitais e rastreáveis por CPF/CNPJ.

A realidade na rua: O Rio de Janeiro já testa pagamentos em USDT (Dólar Digital) para turistas em hotéis e serviços. A economia real já está a migrar antes da lei.

O que está previsto no PLP 214/2020


O avanço deste projeto em setembro de 2025 (no cenário do texto) sinaliza que o governo está a fechar o cerco contra o dinheiro não rastreável.

  • Fim da Privacidade Anónima: O projeto estipula que todas as transações financeiras deverão ser digitais e registadas via CPF ou CNPJ.
  • Cronograma de Extinção: A proposta original prevê que, após a lei entrar em vigor, haverá um prazo (ex: 24 meses) até que a circulação de dinheiro em espécie seja totalmente proibida. Quem tiver notas em casa terá de as depositar no banco, pagando uma taxa (um “pedágio”) se perder o prazo inicial.
  • Justificativa Oficial: O governo usa como argumento o combate à lavagem de dinheiro, tráfico e sonegação, além da redução de custos de impressão de papel-moeda.

 

A Verdade sobre o DREX: O nó que o Banco Central ainda não desatou

Houve uma mudança de rota silenciosa, mas brutal. O DREX, que nasceu com a promessa de ser o “Bitcoin do Governo” no seu telemóvel, sofreu um pivô estratégico forçado pela realidade tecnológica.

O Problema Técnico: O atraso no cronograma não é por acaso. O Piloto do DREX esbarrou no clássico Trilema da Blockchain. Para o sistema funcionar, o BC precisava equilibrar três pratos impossíveis de segurar ao mesmo tempo:

  • Privacidade (Sigilo Bancário): A Lei (LGPD) exige que o Banco A não veja os clientes do Banco B.
  • Descentralização: Vários bancos precisam validar a rede para ela ser segura.
  • Escalabilidade (Velocidade): O sistema precisa processar milhões de transações por segundo.

O Bloqueio: As soluções de privacidade testadas (para esconder os dados) tornaram a rede lenta e pesada. O BC descobriu que colocar o DREX no varejo agora seria inseguro ou inviável tecnicamente.

A Solução: O Pivô para “Atacado” Por isso, o BC confirmou em 2026: o DREX será Infraestrutura de Atacado.

  • O que significa: Ele será o “túnel” por onde os grandes bancos trocam ativos entre si.
  • O que muda para você: Você não terá uma carteira DREX no curto prazo. A ideia de “comprar pão com Real Digital” ficou para um futuro distante.

Quem assume o Varejo? O Open Finance 2.0 Aqui está a grande sacada. O mercado não ficou à espera. Enquanto o DREX resolve a engenharia de fundo, o Open Finance 2.0 assumiu o papel de trazer a “programabilidade” para o cliente final.

O que o DREX prometia, o Open Finance já entrega hoje:

Aqui está a conexão que poucos enxergam. A “inteligência” que o DREX promete para o futuro já está a rodar hoje no Open Finance 2.0.

Você não precisa esperar pelo DREX para ter automação financeira. Veja o paralelo:

  1. O Dinheiro Programável
  • A Promessa do DREX: Um sistema onde o dinheiro “pensa” e só é libertado quando uma condição for cumprida.
  • A Realidade Hoje: O Iniciador de Pagamentos (ITP) do Open Finance já faz exatamente isso. Ele programa transferências condicionais (ex: “só paga o fornecedor quando a mercadoria for confirmada”).
  1. Automação de Contas
  • A Promessa do DREX: Contas inteligentes que se pagam sozinhas.
  • A Realidade Hoje: Com o Pix Automático e o VRP (Pagamentos Variáveis Recorrentes), os débitos da sua empresa já funcionam sem a complexidade pesada de uma blockchain.
  1. Interoperabilidade (Tudo num só lugar)
  • A Promessa do DREX: Uma rede única para conectar todos os bancos.
  • A Realidade Hoje: Os Super Apps de Open Finance já permitem que você gira contas de 5 bancos diferentes num único painel, criando a experiência unificada que o DREX sonhava.

Esperar pelo DREX para modernizar a sua empresa é apostar num projeto que voltou para a prancheta de engenharia. A revolução do varejo (a parte que toca no seu cliente e no seu caixa) migrou para o Open Finance. É lá que a inovação está a acontecer agora.

 

O Upgrade: Do Open Finance para a Blockchain

Se o Open Finance organizou a sua casa (dados), a Blockchain é quem blinda o seu cofre (valor).

Esqueça a ideia de “aposta”. A tecnologia que estamos a implementar agora já ultrapassou a fase de testes. Hoje, ela é a infraestrutura mais sólida e auditável do mercado financeiro global.

  1. A Solidez da Infraestrutura (Não é mais “Velho Oeste”) Você não está a entrar num terreno desconhecido. Você está a usar os mesmos trilhos que os gigantes já adotaram:
  • Regulação: Com as normas BC 519-521, as regras do jogo são claras e protegem a sua empresa.
  • Institucional: A própria B3 e os grandes bancos já operam nós de validação e custódia.
  • Segurança: Ao contrário de um servidor bancário que pode cair, a blockchain opera descentralizada, garantindo 100% de uptime para a sua tesouraria.
  1. A Proteção do Capital (Hedge Automático) O Open Finance avisa que o risco existe; a Blockchain resolve o risco.
  • O Problema: Manter o caixa 100% em Reais expõe o lucro da sua operação à inflação doméstica e à instabilidade política.
  • A Solução Sólida: Com um clique (ou gatilho automático), você converte o excedente de caixa para USDT/USDC. Você dolariza o património instantaneamente, blindando o poder de compra da empresa contra a desvalorização do Real.
  1. O Dinheiro Trabalha (Investimentos Globais) Aqui está o diferencial que nenhum banco tradicional te oferece facilmente. Dinheiro parado em conta corrente é prejuízo.
  • No Banco Comum: O seu dinheiro dorme.
  • Na Blockchain (DeFi Institucional): O capital em Dólar pode ser alocado automaticamente em Treasuries (Títulos do Tesouro Americano) ou Pools de Liquidez seguros.
  • O Resultado: Enquanto você dorme, o seu caixa operacional está a render em moeda forte (Dólar), transformando a tesouraria de um centro de custo num centro de lucro.

Resumo da Ópera: O Open Finance dá-lhe a visão. A Blockchain dá-lhe a posse e a rentabilidade real. Unir os dois é o que chamamos de Tesouraria 3.0.

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De moeda para investimento: novo ciclo

Em julho de 2025, Trump assinou o GENIUS Act: stablecoins devem ter 100% de lastro em T-bills ou ativos seguros.

Resultado: stablecoins viraram investimento institucional legítimo.

Agora é possível:

  1. Converter reais para USDT rapidamente;
  2. Investir em ativo internacional tokenizado (ações, títulos, fundos);
  3. Receber retorno em dólar;
  4. Manter sem volatilidade cambial.

Impacto: Brasileiro comum acessa Wall Street sem burocracia, sem aportes mínimos gigantes, sem risco cambial.

O Veredito

O dinheiro físico acabou. O DREX é uma infraestrutura bancária que vai demorar. As Stablecoins são a realidade imediata.

O que você vai fazer?

  1. Esperar? Ficar refém da inflação do Real e de um sistema bancário lento.
  2. Agir? Usar a tecnologia atual (Blockchain + Stablecoins) para acessar a economia global.

Baixe o nosso Playbook Gratuito Preparamos um guia visual chamado “Pagamentos com Stablecoins: Desvendando a oportinidade trilionária e o futuro das transações globais”. Nele, mostramos o passo a passo para sair do Risco-Brasil e ativar a sua conta global em 24 horas.

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